Os protestos contra a Claro viralizaram na internet. A hashtag #ClaroSemPokémonGo, inclusive, chegou aos Trend Topics do Twitter. Na rede social, os usuários afirmam que a empresa está fazendo uso de "traffic shapping", prática que precariza o acesso a algum serviço de forma proposital, tornando-o mais lento ou quase impossível de ser acessado, por exemplo.
O @Anatel_Informa, dá uma olhada na hashtag#clarosempokemongo pra ver o traffic shaping que a@ClaroBrasil tá praticando. Grato.
Conta paga em dia, fidelidade a empresa...e a @ClaroBrasilretribui como?com traffic shapping #clarosempokemongo@Anatel_Informa kd vcs?!
Além do Twitter, diversos leitores entraram em contato com o Olhar Digital querendo saber o motivo pelo qual o jogo não está funcionando de forma adequada nas conexões móveis da Claro.
Por telefone, a assessoria de imprensa da Claro não confirmou e nem negou essas afirmações, só disse que o setor de engenharia da empresa está verificando o caso e que daria um parecer sobre o assunto assim que fosse possível. Isso não aconteceu até o momento da publicação desta reportagem.
Outra possibilidade
Apesar de tudo isso, existe a possibilidade de que a falha no jogo tenha sido causada por um bloqueio da própria Niantic nas conexões móveis da Claro. Para entender melhor, os pedidos de conexão do jogo partindo de conexões móveis da Claro passariam por um único endereço de IP antes de chegarem até os servidores da empresa que produz o jogo.
O problema é que esse endereço pode ter sido bloqueado em uma tentativa da desenvolvedora de bloquear o acesso de hackers ao jogo. Essa informação, entretanto, não passa de uma especulação que está circulando na internet e que não foi confirmada nem pela Claro e nem pela Niantic.
Fonte: Olhar Digital

